Estratégias e Práticas de Supervisão Clínica em Enfermagem

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Palavras-chave

supervisão clínica
Enfermagem
Estratégias

Como Citar

Pereira, J., & Feijó, N. (2023). Estratégias e Práticas de Supervisão Clínica em Enfermagem: Revisão crítica da literatura. Germinare — Revista Científica Do Instituto Piaget, 3, 61–68. https://doi.org/10.5281/zenodo.13151497

Resumo

Introdução: O tema do estudo é a Supervisão Clínica em Enfermagem que tem sido reconhecida como um poderoso recurso para o desenvolvimento de competências profissionais e melhoria da qualidade da assistência prestada, além de proporcionar segurança e satisfação profissional. Objetivo: Identificar as intervenções e estratégias que se aplicam no domínio da supervisão clínica em enfermagem. Metodologia: Para alcançar o objetivo proposto, foi realizada uma revisão da literatura no período de novembro de 2021 a janeiro de 2022, com recurso à plataforma de bases de dados eletrónicos EBSCOhost; sendo que a questão de investigação foi depurada através do método PICO, que orienta para uma definição mais precisa, conduzindo a pesquisa para: Quais as intervenções e estratégias de supervisão clínica em enfermagem? A análise crítica dos 9 artigos selecionados possibilitou o entendimento pretendido no estudo. Resultados: Os principais resultados, que dizem respeito às intervenções e estratégias, foram apresentados em quatro tópicos: 1. Capacitação dos preceptores/tutores; 2. Construção de uma Relação Interpessoal Eficaz; 3. Planeamento formal do processo, incluindo estratégias como debriefing, looping, grelhas de verificação de aquisição de competências, entre outras e 4. Responsabilidade Organizacional, incluindo os recursos necessários (tempo, financeiro e humanos). Discussão e conclusões: A supervisão clínica deve ser um processo formal, com envolvimento e responsabilização por parte das organizações envolvidas, de forma a incentivar e garantir os recursos para o seu desenvolvimento. Por outro lado, os supervisores devem ter capacitação para as suas funções técnicas e relacionais, que possibilitem construir relações eficazes com os supervisionados.

https://doi.org/10.5281/zenodo.13151497
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